domingo, 3 de maio de 2009

Super mercado




olá...hj fui no Super mercado...Muito bacana..toda vez que vem, tento ir!O Super Mercado foi criado pela produtora de eventos Valéria Castro e pela estilista de moda Gabi Lima-fazendo uma ressalva, elas são super antenadas! A finalidade do evento é reunir talentos da moda, em um só espaço com suas idéias ousadas e inovadoras.O evento acontece no Clube Centenário – Praia do Canto. O evento se destaca em acreditar no conceito de consumo diferenciado, oferecendo uma variedade de produtos com valores agregados à moda e a cultura.
Não tem como ir, e não comprar ou se encantar pelas peças únicas, que acabam tendo um valor agregado muito maior do que aquelas compradas em lojas famosas do shopping.

Quero...



Porque as pessoas querem nos estereotipar, a todo momento? Por acaso, eu não posso ter mil pessoas dentro de mim, mil sentimentos?Quero a todo momento, expressar um pouco mais de mim, expor minhas diferentes idéias e modificá-las quando achar conveniente. Quero que vejam meu lado criança misturado com a maturidade de uma pessoa de idade. Quero ficar quieta às vezes, como quero virar a noite dançando, distribuindo sorrisos, conhecendo novas pessoas. Quero ter mil expressões, mil beijos, mil posições. Quero ser artista, quero ser anônima, quero virar capa de revista, quero ter mil profissões como toda criança quer. Quero experimentar os prazeres da vida, quero chorar, quero gritar...Quero ser eu mesma com características diversas.

'' ... Sou como você me vê ...
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar ... ''

Andy Warhol





Andrew Warhola ou Andy Warhol (Pittsburgh, 6 de Agosto de 1928 — Nova Iorque, 22 de Fevereiro de 1987) foi um pintor e cineasta norte-americano, bem como uma figura maior do movimento de pop art.Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade capitalista pelos objetos de consumo da época, ela operava com signos estéticos de cores inusitadas massificados pela publicidade e pelo consumo, usando como materiais principais gesso, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, fluorescentes, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, como de uma escala de cinquenta para um, transformando o real em hiper-real.

Ouvimos falar muito dessa sociedade capitalista, quando estudamos Adorno e Horkheimer,dos anos 20, e que cunharam o termo “indústria cultural” para designar essa cultura de massa.Adorno e Horkheimer falam do uso da propaganda para domesticação do imaginário coletivo, o fazem essencialmente ligando-a a idéia de que esta se vale de mecanismos que pretensamente ofereçam às pessoas aquilo que lhes falta, que aplaque suas angústias cotidianas.


a Pop Art, surgiu na Inglaterra, através de um grupo de artistas intitulados Independent Group.Os artistas e críticos integrantes do Independent Group lançam em primeira mão as bases da nova forma de expressão artística, que se beneficia das mudanças tecnológicas e da ampla gama de possibilidades colocada pela visualidade moderna, que está no mundo - ruas e casas - e não apenas em museus e galerias.É possível observar nas obras Pop britânicas um certo deslumbramento pelo american way of life.

Como muitos outros artistas da Pop Art, Andy Warhol criou obras em cima de mitos. Mas ele foi muito além disso: ele realmente criou mitos. Como o exemplo de que Warhol talvez tenha contribuído mais para o mito de Marilyn Monroe do que Hollywood e as revistas populares juntos. Ao retratar ídolos da música popular e do cinema, como Elvis Presley, Liz Taylor, Marlon Brando e, sua favorita, Marilyn Monroe, Warhol mostrava o quanto personalidades públicas são figuras impessoais e vazias; mostrava isso associando a técnica com que reproduzia estes retratos, numa produção mecânica ao invés do trabalho manual. Da mesma forma, utilizou a técnica da serigrafia para representar a impessoalidade do objeto produzido em massa para o consumo, como as garrafas de Coca-cola e as latas de sopa Campbell.

Filme: Pierrot le Fou- Godard



Todos dizem eu te amo, Pierrot le Fou. Este filme foi um de seus maiores sucessos de público e de crítica,um de seus filmes considerados mais "acessíveis", e também chamado de "o mais belo filme francês do nosso tempo", ali por meados dos anos 60. Em vários países (Portugal, por exemplo), foi o primeiro filme do diretor a receber distribuição comercial, quando ele já havia realizado outros nove longas-metragens.


Godard trabalha com unidades reconhecidas do acervo cinematográfico clássico, sobretudo americano: o casal, o carro, o deslocamento em perigo, a aventura, o herói, o policial, a traição, a morte.

O filme Pierrot le Fou conta a história de um homem casado que larga tudo para fugir com uma jovem baby-sitter e se envolve até o pescoço com os comparsas criminosos da moça.Enquanto o cinema hollywoodiano trata da fuga como uma linha reta, Godard explora o prazer dos desvios.

Fantástico!























O menino me dá a mão...


Há um menino, há um moleque, morando sempre no meu coração.Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão. Há um passado no meu presente (...) Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir: Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor .Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver. Não posso aceitar sossegado qualquer maldade ser coisa normal. Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão. Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão.