sexta-feira, 8 de maio de 2009

Liberdade de expressão



Meu deus...Fico chocada!Estou dentro de um curso superior, onde entendo que é o local apropriado para discutirmos de forma saudável vários assuntos, aumentar nosso senso crítico e onde deveríamos encontrar pessoas dispostas e receptíveis a aceitar ou discordar os diversos temas abordados. Se possível, com argumentos bem fundamentados.
Mas ao contrário disto tudo, encontro diariamente pessoas que fazem média com professores para conseguirem boas notas, encontro pessoas que só lutam pelo interesse particular, professores que não aceitam serem discordados e coordenadores que acham que a última palavra tem que ser a deles. São os donos da verdade!aiai!
Onde está nossa liberdade de expressão? Onde está o nosso direito de falar o que acha, de discordar, de lutar por melhoras?
Somos podados a todo o momento. E agora, sinto o repúdio, a este direito, vindo da instituição acadêmica.
Aprendemos tanta coisa, mas quando colocada em prática não é válida. Quanta hipocrisia, Meu deus...Pelo visto meu professor de Psicologia estava certo. A escola quanto a faculdade é uma representação de um presídio. Temos horários para chegar e ir embora, temos que ficar em fileiras, sentados em carteiras, ficamos dentro de uma sala, entre quatro paredes, com porta fechada, com um professor tido como superior. Uma total subordinação.
Infelizmente, não temos a quem recorrer, porque a burocracia vira um monstro quando recorremos a ela. A ditadura continua e a gente, na nossa inocência, não tinha percebido. A nossa liberdade é uma mera representação.


"Pensar o Direito é pensar a liberdade.Fazer agir o Direito é viver a liberdade".Gisa Almeida Moura em seu artigo"Liberdade de Expressão".
Será que os educadores não entendem isso????

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Henry Jenkins




Boa noite, acabei de chegar da faculdade de Jornalismo.Estou satisfeita, com a aula que tive hoje.Virei fã da minha professora: Vanessa Maia.Um exemplo de professora, de profissional, de simpatia, de eloquencia e de conhecimento.
As aulas são mais que interessantes, nos tornam críticos, atualizados e com anseio por conhecimento.

Debatemos sobre as noticias como produção de verdades.A quebra de paradigmas.Se a mídia,se os médicos alegam que a timidez virou uma doença, por exemplo, este caso virou uma verdade.Segundo, a mãe sempre foi tida como uma mulher acolhedora, que ama seus filhos de forma iqualitária e com um amor único.Essa é a verdade, até pelo fato de vivermos em uma sociedade cheia de valores, até mesmo religiosos.Se uma mãe falar que ama um filho mais do que ama o outro, ela será uma mãe fria,que não tinha que ter recebido a graça de ter filhos.
É o caso,também, do cigarro.O que antes era visto com um olhar de glamour hoje é visto, quase como um crime.Fumar em praças, lugares fechados etc.além de prejudicar a saúde, prejudica a das outras pessoas e é motivo de gastos para o SUS,alegam.
E por aí vái...
enfim,essas verdades lidas em Manchetes, proferidas por "especialistas", por jornalistas tidos como os donos da verdade, estão dispostas em uma sociedade que está em conssonância com o seu sistema social de crenças,valores e atitudes.Em síntese, são as condições gerais de produção de uma sociedade que propicia as condições de produção de verdade que nela habitam.

E aí? Quais as verdades que você está produzindo?


Em seguida, vimos uma matéria feita com Henry Jenkins, um dos pensadores de comunicação mais respeitados dos EUA, um teórico da mídia,investiga o alvoroço em torno das novas mídias e expõe as importantes transformações culturais que ocorrem à medida que esses meios convergem. Ele nos introduz aos fãs de Harry Potter, que estão escrevendo suas próprias histórias, enquanto os executivos se debatem para controlar a franquia. Ele nos mostra como o fenômeno Matrix levou a narrativa a novos patamares, criando um universo que junta partes da história entre filmes, quadrinhos, games, websites e animações.

As novas mídias começam a fazer com que o público deixe de ser apenas receptor de informações, e passe também a transmitir conhecimentó, é o chamado conhecimento colaborativo.Apesar, de estar acostumada a não ver esse conhecimento colaborativo,é normal ver, principalmente, em órgãos públicos,servidores não ensinando o pouco que sabem, para os que querem aprender.Acho que é o medo de perder o cargo.

O fato é que a cultura da convergência é um fenômeno que está revolucionando o modo de se produzir conteúdo em todo o mundo.Uma parte que achei muito interessante é quando ele explica que os grandes artistas, por exemplo, com as suas idéias "inovadoras" ,nao passam de idéias que já viram ou ouviram falar.Tudo não passa de uma remixagem.O novo seria apenas inovado!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Inauguração do Cinema Café!




Olá...Tudo bem? Ontem fui convidada para ir à Inauguração do Cinema Café, dentro da locadora Cinema online, que fica na Avenida Leitão da Silva, 260 - Praia do Suá. O vídeo fica em frente a minha casa, só atravessar a rua,motivo que alimenta o meu vício por filmes, rsrs.
Me sinto em casa, fico horas olhando os filmes, conversando com o pessoal que trabalha lá etc.É muito bom, quando as pessoas te tratam bem, são atenciosas e é isso que sinto quando vou lá. E certamente, vai aumentar ainda mais, as minhas idas lá. O motivo é que além de você poder alugar filmes, você também pode locar livros. Muito bacana não é mesmo?E tem mais...Agora tem um cyber café. Vitória realmente precisa de locais assim. Já pensou, levar um amigo(a) para tomar um café com creme, olhar os -e-mails, indicar algum livro e locar alguns filmes para assistir mais tarde?Não tem coisa melhor...Então, aproveito este espaço para dar parabéns a essa idéia genial!

Para quem quer conhecer o vídeo e conferir essas novidades:
cinema online orkut

terça-feira, 5 de maio de 2009

...




...Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Filme: Sob a mesma lua



Ontem ví este filme e fiquei encantada.Trata-se de um filme espanhol e por ser, os personagens são mais dramáticos.É comovente ver a atuação do jovem ator Eugenio Derbez.A forma com que ele passa o sofrimento,a adrenalina, a esperança é motivo para bater palmas.Por muitas vezes, já senti e desejei o que ele sentiu e desejou no filme inteiro.Para quem ficou curioso para saber sobre a sinopse do filme, lá vai:
Visando dar uma vida melhor ao filho, uma mulher trabalha ilegalmente nos Estados Unidos e o deixa sob os cuidados da mãe, no México.Mas quando esta morre, o garoto embarca em uma jornada para cruzar a fronteira americana em busca da mãe.

Relação entre a imprensa e o judiciário



Na aula de Teorias Aplicadas do Jornalismo, lemos um texto cujo titulo era “Noticia e produção de verdade” em seguida criamos um debate sobre esse assunto tão polêmico que é a relação entre a imprensa e judiciário. Acho que é preciso que haja mútua confiança. Observa-se que por mais gentil que seja o tratamento entre um membro do judiciário e outro da imprensa, há sempre o temor, do primeiro de ter sido mal interpretado e, do segundo, de ter sido enganado. É necessário que a imprensa faça um esforço para que possa melhor entender o cotidiano do judiciário. É necessário também que o Judiciário amplie seus esforços para ser fazer compreender, evitando "esconder-se" sob o manto dos jargões e tecnicismos do mundo jurídico e garanta transparência absoluta nessa relação com a imprensa, decodificando esses paradigmas que prejudicam essa aproximação e ainda prejudicam a sociedade com informações gravemente deformadas. Não só quando o assunto é seu funcionamento, mas o que faz em nome do interesse social. Daí a indispensável necessidade de interação entre Judiciário e Imprensa. Infelizmente a cultura da imprensa brasileira, e por que não dizer do resto do mundo, ensina que matéria quente, que dá manchete e ganha destaque na televisão, no rádio e no jornal, é só aquela que gera conflito, briga e escândalo.
De um lado, o Judiciário leva tempo no cumprimento de suas obrigações para julgar e sentenciar. De outro lado, a imprensa executa as três operações, sozinha e numa velocidade assustadora, sentenciado na maioria das vezes de forma severa e letal. Collor foi condenado pela a mídia e inocentado pela justiça. Nessa forma conflitante de entendimento só há um perdedor: o cidadão, receptor da notícia equivocada que aumenta seu descrédito no principal ponto de sustentação da democracia, a justiça. Não é papel da mídia exaltar, com notinhas agradáveis, mas apresentar os fatos de acordo com o interesse da sociedade. É preciso reconhecer que a sociedade não anda feliz com a agilidade da justiça e desconfiada com a postura da imprensa. É urgente e imperioso um acordo entre os jornalistas e o poder, mas sem que a sociedade fique de lado, pois se trata de nosso principal cliente, tanto da justiça quanto do jornalismo. A imprensa jamais deve perder seu direito de crítica, a responsabilidade de identificar os erros do Judiciário, mas o jornalista precisa ter respeito pelos fatos, sem esquecer que todos nós somos falíveis. Não é segredo que equívocos ocorrem tanto por parte da imprensa quanto da Justiça. Nós, jornalistas, devemos perder a prepotência de reconhecer um erro e a humildade de corrigi-lo. Às vezes, por dispor de um microfone, máquina ou teclado nos sentimos donos da verdade. A Justiça também precisa corrigir sua rota para quebrar essa imagem negativa que persegue essa instituição tão necessária para a manutenção da vida em grupo. Deve começar por mudanças no relacionamento com a imprensa, buscando a aproximação e não o distanciamento, sem interferir na isenção do juiz, mas mostrando para a sociedade a sua face humana.


"Erros médicos, em geral, são fatais. Erros de engenharia provocam tragédias. Erros jornalísticos produzem vítimas silenciosas, dores de alma". (jornalista Luís Costa Pinto)

Quer um conselho? rs



Trate os defeitos dos outros com a mesma consideração que lida com os seus.